Qual o real significado de socialismo? Ele surgiu com os idealistas Proudhon, Fourrier e Owen no século XIX. Promovido como tese pelo gênio Karl Marx, que era a inteligência viva. Logo, sabe-se que o socialismo surgiu da cabeça de jovens da Alta Sociedade que raciocinaram a opressão que existe no Capitalismo. Mas só seria possível com o apoio das classes menos favorecidas. Daí Engels e Marx não serem pensadores separados e sim populares. Talvez devoradores do grande Sócrates. E aí entrou o brilhante Vladimir Litch Lênin da oprimida Rússia do Czar Nicolau II. E, graças ao povo, depois de inocentes darem o seu sangue pela revolução, o Czar foi derrubado e a Rússia passou a ser o primeiro governo socialista da história. A burguesia odiava os nomes Karl Marx, Proudhon, Fourrier, Owen, Engels, Lênin e Trótski...
A crise de 29 e a Grande Depressão dos anos 30 vieram então consolidar a tese socialista. O terno de vidro capitalista estava quebrando! Mas o maldito fascismo da Segunda Guerra o refez. Enquanto Hitler matava seis milhões de judeus pela arte da intolerância, os americanos reenriqueciam vendendo armas e materiais. Os americanos, a Igreja e os Europeus aliados de guerra sabiam ou não do genocídio de judeus por malditos nazistas? Claro que sim! Mas o que valia, é claro, é o santo e invencível Capitalismo. Para os capitalistas o socialismo era uma doença que precisava ser vencida. Comunistas então, eram o próprio demônio. Enquanto >“O anjo da morte”strong> arrancava olhos de crianças, os capitalistas norte-americanos vendiam matérias primas à Europa para vencer seu grande parceiro de tese: A Alemanha capitalista do pintor inato Hitler. E o general inverno fazendo parceria com as táticas de guerras soviéticas venceu ao terno de vidro de Hitler. Agora sim, eram dois lados: o socialismo e o capitalismo- Roosevelt contra Stálin. Stálin era um ignorante em relação ao verdadeiro socialismo marxista, com seu culto à personalidade bigoduda. E o mundo era Guerra Fria! E quem disse que ainda não é ? A Bipolarização acabou mas, as ameaças não! Veja-se a invasão recente da Georgia por Vladimir Puttin da Rússia. A União Soviética só diminuiu e mudou de nome.
Temos na área um outro Stálin! Seu nome: Hugo Chávez; seu socialismo: não-marxista; seu discurso: chato; sua cor: petista; seu país: graças a Deus, Venezuela. Sendo o grande manipulador da América Latina atacou ferozmente o chamado Imperialismo americano e lançou o que chamou >“Socialismo do século XXI”. E aí com Détente( que foi a trégua na Guerra Fria da briga entre o socialismo e capitalismo) ou sem Détente vai haver espionagem da CIA e da KGB.
Quem disse que a Guerra acabou? Estamos no meio do “fogo cruzado”! Esperamos que com Obama ela cesse para que não aconteça o que aconteceu com os judeus na maldita Segunda Grande Guerra!
E então, gostou dessa postagem? Então faça uma viagem no próximo conto que é sobre uma suposta lenda urbana de Itabuna:
A SOMBRA DA MADRUGADA
Vocês já ouviram falar da famosa sombra da madrugada? Não? Pois é. Conta uma velha lenda urbana, mas velha mesmo, que há anos, e lá se vão anos uma mulher foi assassinada na saída da Kennedy para uma rua no Jaçanã. Desde essa noite todas as noites a partir das 12:00 da noite essa sombra ronda essa rua. Há quem tenha corrido dessa visagem que assombra os moradores desse bairro.
Ester era uma moradora do Jaçanã. MORADOR, corrigindo... Ester era o nome de um rapaz de pouco mais de 22 anos. Sempre houve críticas e mais críticas na escola a respeito de Ester. "Olha a Ester", diziam os colegas dele mangando. Mas ele nunca foi de se vender para a ira, para o ódio por qualquer coisa. Ora, a ira e o ódio sempre querem comprar você por muito barato. Mas nós temos que ser produto de qualidade como vinho do sul da França ou do norte da Itália. "Esterzinha está passando", diziam com muito sarcasmo seus colegas. Mas ele nunca ligava. Sim, mas não foi para falar das deficiências de Ester que esse texto vai sendo criado. Ou lido, porque tem um leitor lendo. Já dá para ver a curiosidade do intrépido leitor para conhecer o verdadeiro enredo já que o autor é dúbio...
Ester começou a trabalhar a noite no centro da cidade de Itabuna, na Beira rio numa empresa de Transportes. Só um probleminha: ele tinha que voltar para casa meia-noite. Não havia o que fazer.
A Ester, quer dizer, o Ester, para nós, não seus íntimos- ESTER PUTRICO ESTÊNIO BARASKI- voltava dia desses do trabalho. Desceu da condução e adentrou a rua. Sentiu logo de impacto um arrepio. Prosseguiu. Tentou lembrar de alguma coisa do trabalho para tentar não deixar aparentar o nervosismo. O ser humano é um mau ator. Por mais que tente, por mais que atue, em um momento ele sempre vai deixar a toalha cair. E caiu. Apressou os passos, ouviu um barulho estranho. Assistira na noite passada um filme chamado NO CAIR DA NOITE onde um demônio chamado Matilda mata as pessoas à noite. Estava quase correndo quando na sua frente apareceu o espectro. Ou pelo menos sua sombra. Ora, quem disse que fantasma não tem sombra? Pois é, leitor, a sombra apareceu e ele ficou gélido, imóvel, sem saber o que fazer. "O que você quer"? Talvez o fantasma tenha respondido: "ESTER"... Mas foi impressão. Ele saiu correndo e na primeira porta bateu. Bateu, bateu, esmurrou, quase quebrou quando observou que não havia ninguém na casa. Mas na casa vizinha havia.
A velhinha que era vizinha à porta quase quebrada chamara a polícia na hora do espancamento: DA PORTA. A polícia foi ao local também com muito medo. Como se policial não tivesse medo de assombração! E quando passavam pelo mesmo local viram aquela mesma sombra, deram a volta com muita rapidez como quando estão perseguindo um bandido perigoso. Chamaram reforço. E o reforço foi também com muito medo. Quando este soubera do acontecido decidiu nem entrar na rua. Aí todos os moradores já estavam acordados com o intenso barulho, em sua maioria, atrás da porta para obter alguma informação. Ester já havia chegado em casa de tanto correr. O dia então raiou e um morador cortou o coqueiro que causara tanto alvoroto durante noite. Todos haviam se assustado com um coqueiro. E a verdadeira sombra da madrugada?
De um pouco longe ela ria ironicamente agradecendo porque tivera um momento de descanso na noite passada, o coqueiro trabalhou por ela. Às vezes a vida é tão generosa...
Gabriel Nascimento
comente esta crônica clicando aqui embaixo em comentários. Envie clicando no envelope. Ou acompanhe este Blog no fim da página bem lá embaixo clicando em ACOMPANHAR O BLOG DO GABRIEL NASCIMENTO.





